Para alguém que sabia ouvir músicas e para alguém que sabia silenciar. Para alguém que amava e era muito amada. Para uma pessoa que só teve única e nunca mais se vai ter igual. Para alguém que se faz lembrar em tudo que eu olho, escuto e penso.
Para alguém que se jogava nos buracos ao lado da igreja comigo, e de bunda. Para depois cair na gargalhada, sentar debaixo do prédio da frente e comer biscoitos com geléia de mocotó.
Para alguém e só pra ela. Para minha avó, tudo o que eu sou e infinitamente todo o meu carinho.
vovozinha, vovó alice
20.11.1938 - 26.08.08
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